Estás pronto para girar a roda do ano? Junta-te a nós nesta experiência imersiva!

BELTANE 2026
4 RAZÕES PELAS QUAIS VAIS QUERER ATRAVESSAR OS PORTAIS DE BELTANE
Uma celebração viva de histórias, música, fogo, comida, encontros improváveis e rituais de primavera, que terá lugar na histórica Quinta da Ribafria, em Sintra.
É INSPIRADO NO FOLCLORE CELTA
Assim como o inverno chama à introspeção, Beltane é o tempo da expansão, do corpo desperto, da terra fértil e do fogo que sobe. É a estação em que a vida transborda, em que os opostos se procuram e em que o mundo cresce rápido demais para ser contido.
Em Beltane, os portais não se abrem pela morte, mas pelo excesso de vida. O Outro Mundo aproxima-se, não em silêncio, mas em dança. Criaturas antigas atravessam não para assombrar, mas para testar, seduzir e confundir. Aqueles que assistem, participam ativamente em todos estes ritos e mistérios ancestrais que traduzem a linguagem da Natureza em toda a sua abundância.
ACONTECE NUM LOCAL HISTÓRICO
Sintra é terra de bruma e mistério, mas também de fontes, bosques e fertilidade antiga. Muito antes dos palácios e das pedras talhadas, a serra era um território de culto à natureza viva, às águas e aos ciclos solares.
Na Quinta da Ribafria, celebramos os fogos de Beltane para despertar a terra, honrar a união entre céu e chão, e celebrar a estação clara. Aqui, o fogo não destrói — consagra. Aqui, a primavera é uma força que se infiltra em tudo.
TEMOS UM PROGRAMA DE EVENTOS IMERSIVO
Muito além de um festival, o Beltane Fire Fest é um território encantado.
Apresentamos dias e noites de inspiração celta, música, rituais de fogo, dança, teatro neopagão, personagens errantes, bancas, histórias fragmentadas e encontros que parecem acaso… mas não são.
Projetos cénicos contemporâneos entrelaçam-se com tradição ancestral. Bardos contam histórias incompletas. Guardiões do bosque observam. Mercadores oferecem além do que vendem. E, entre caminhos, clareiras e fogueiras, o público percebe que faz parte da narrativa.
No Beltane, cada escolha conta.
A COMIDA É PARTE DO RITUAL
O Beltane é abundância.
E a mesa é sagrada.
O festival celebra a região, os seus produtores, artistas e artesãos. Entre tabernas e tascas, encontram-se cervejas artesanais, pão, doçaria, sabores locais e receitas inspiradas na estação clara. Comer, aqui, é um gesto de pertença. Partilhar é parte do ritual.
“Quando o fogo sobe e a terra responde, o mundo entra em excesso.”
Na alvorada, quando o orvalho ainda repousa sobre as folhas, a Serra de Sintra desperta, em pulsação. O vento corre livre entre os troncos, trazendo perfumes de flores e resina. Há algo no ar, uma urgência doce, um chamamento antigo que vibra sob os pés.
Caminhar pelos trilhos no Beltane é entrar num jogo invisível. As árvores inclinam-se. As sombras movem-se depressa demais. O riso ecoa onde ninguém está. Diz-se que o Green Man voltou a erguer-se entre raízes, e que a May Queen foi vista coroada de flores, guiando danças que nunca terminam.
Os jardins escondidos e os muros cobertos de hera guardam sinais. Símbolos traçados à pressa. Fitas presas aos ramos. Marcas que apenas alguns sabem ler. Quem segue sem atenção pode perder-se, não no espaço, mas no tempo.
Ao cair da noite, os fogos acendem-se. Não para afastar, mas para chamar. Criaturas do Sídhe observam das margens. Fadas, espíritos do bosque e antigos guardiões aproximam-se, curiosos com o excesso humano. Podem oferecer bençãos, fertilidade, inspiração… ou levar quem dança demasiado fundo para onde o verão nunca acaba.
Nem todos veem.
Nem todos escutam.
Acredita-se que apenas quem entra com coração aberto (ou curiosidade perigosa) percebe que o recinto inteiro funciona como um limiar, um espaço onde o jogo entre mundos está ativo.
No Beltane, a natureza e o oculto não são opostos.
São amantes.
E a quem aceita atravessar, a serra oferece um presente raro: participar no equilíbrio da roda do ano.
A BMS convida-te a entrar nesta celebração de Beltane: um evento onde a conexão entre o antigo e sagrado é estabelecida com o contemporâneo e humano. Surpreende-te, junta-te a nós, tira a máscara!